28 novembro 2019

A CULTURA DO DESCANSO (no sentido intelectual do termo)

Rafael Esteves Martins, o insinuante pagem de Joacine Katar Moreira, declarou a um orgão de comunicação social que [sic] "parece-me ocioso explicar que não há propriamente uma normatividade daquilo que se faz. Há culturas de trabalho, e a cultura de trabalho da senhora deputada é uma cultura de descanso no sentido intelectual do termo, ou seja, sem interrupções".
Quem fala assim, não é gago, reconheça-se: é, antes, pretensiosamente parvo.
Já quanto à senhora deputada, após ter deixado passar o prazo para entregar na Assembleia um trabalho importante para o Livre (ao que supomos à sombra da influência da tal cultura de descanso), explicou aos jornalistas que [sic]: "Eu acho que é preciso nós iniciarmos a respeitarmo-nos uns aos outros. E se vos for avisado e antecipado que eu não ia dar entrevista absolutamente nenhuma, o que se espera é que haja um respeito".
Mas, cara Joacine, e se, para a minha cultura de um intervalo no descanso, não for para mim avisado seguir a sua sugestão, como hei-de então iniciar nós? 
É que aqui é que reside o búzio, digo, o busilis! 

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